Apenas em um único dia deram entrada mais de 400 pessoas no Hospital Regional de Patos (HRP). As queixas são de dores pelo corpo, náuseas, mal-estar e dor de cabeça que são ocasionadas pelas doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti.

A zica, que também é transmitida pelo mosquito, está infestando a cidade de Patos. O surto epidemiológico levou a direção do Hospital Regional de Patos a pedir estoque extra de medicamentos, soro e de colocar macas extras para atender a demanda crescente. “Estamos tomando medidas para atender a demanda. Confesso que a situação é preocupante”, relata Leudo Farias, diretor do HRP.

Várias pessoas estão indo trabalhar doentes, pois a sorologia ainda não está à disposição aos órgãos públicos, porém os sintomas são claros e não deixam dúvidas sobre o que estaria provocando tais indícios que deixa articulações inchadas, causa indisposição, além das dores características. Trabalhadores se queixam que alguns médicos estão se recusando a dar atestado médico mesmo diante da visibilidade do problema.

Idosos e crianças são as maiores vítimas. As duas etapas de vida estão mais frágeis quando acometidas pela doença. A reidratação, medicamentos para combater a dor e repouso são as mais indicadas até o momento, pois a única alternativa é a eliminação do mosquito que sofreu mutação genética e é o responsável por três doenças: dengue, zica e chikungunya.

O combate ao mosquito é de responsabilidade de toda a sociedade, no entanto, cabe aos governos ações contundentes com relação a ambientes que acumulam água parada e que os seus responsáveis estão ausentes deixando imóveis fechados. Essa tem sido a reclamação de vários cidadãos em bairros da cidade de Patos, tais como Bairro Jardim Lacerda, Santo Antônio, dentre outros.

Fonte WSCOM Online com Patos Online