Os dias 21 e 22 de março marcam a conscientização acerca dos recursos naturais. Nessas datas são celebrados o Dia Internacional das Florestas (21) e o Dia Mundial da Água (22).

Em 1971, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sugeriu a criação do Dia Mundial das Florestas. A data estabelecida foi 21 de março, devido ao início da primavera no Hemisfério Norte. A celebração surgiu no intuito de reforçar a importância e a necessidade de se preservar os ecossistemas florestais e todos os demais para o desenvolvimento sustentável.

ONU estima que o Brasil é o país que mais perdeu área de floresta na última década, de acordo com o relatório da própria FAO, divulgado em 2020. A organização aponta que 1,5 milhão de hectares foram perdidos a cada ano, nos últimos 10 anos.

A destruição das florestas tem como consequência a diminuição constante da biodiversidade, com a redução do número de espécies de plantas, animais e outros seres vivos, afeta os regimes de chuvas, que tendem a diminuir, e a liberação de dióxido de carbono, que influencia diretamente as mudanças climáticas.

Dia Mundial da Água

Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92).

De acordo com a organização, em todo o mundo, mais de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso à água, sendo 450 milhões de crianças. Às vésperas de comemorar o Dia Mundial da Água, neste 22 de março, foi lançado um programa para socorrer essas crianças. A iniciativa “Segurança Hídrica para Todos”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), vai atuar em 37 países considerados críticos. Apenas dois são de língua portuguesa: Angola e Moçambique.

Participação dos profissionais

É inegável a necessidade de preservação dos recursos naturais. O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) aponta a importância da atuação dos médicos-veterinários e zootecnistas na sustentabilidade da produção animal. Uma atuação responsável reduz os impactos no ecossistema e garante uma produção animal hidricamente sustentável, bem como evita a poluição do meio ambiente ao fazer a devolução correta do recurso à natureza, em defesa do equilíbrio entre a saúde ambiental, humana e animal.

Assessoria de Comunicação do CFMV com informações da ONU