Com as proximidades do feriado da Semana Santa, uma festa religiosa cristã que relembra a crucificação de Jesus Cristo e sua morte no calvário, tradicionalmente muitas pessoas não comem carne, então a opção é substituí-la por peixes, bacalhau dentre outros alimentos.

Pensando na escolha do local e dos alimentos a Méd. Vet. Valéria Cavalcanti, presidente da comissão regional de saúde pública veterinária do CRMV/PB, selecionou algumas dicas importantes, ela ainda ressalta a importância de seguir à risca as recomendações para evitar infecções intestinais, causadas por alimentos impróprios para o consumo.

Locais de venda

É importante observar a limpeza e a organização do ambiente e higiene dos atendentes. Além disso, analisar se o local apresenta condições adequadas para conservação dos alimentos.

Pescados

Antes de comprar o peixe fresco, observar se o mesmo preenche características como:

Estar livre de contaminantes físicos (pedaços de metais, plásticos e/ou areia ou poeira), químicos (combustíveis, sabão e/ou detergentes) e biológicos (bactérias, vírus e/ou moscas);

Aparência: ausência de manchas, furos ou cortes na superfície;

Escamas: bem firmes e resistentes. Devem estar translúcidas (parcialmente transparentes) e brilhantes;

Pele: úmida, tensa e bem aderida;

Olhos: devem ocupar toda a cavidade, ser brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro do olho;

Membrana que reveste a guelra (opérculo): rígida, deve oferecer resistência à sua abertura. A face interna deve estar brilhante e os vasos sanguíneos, cheios e fixos;

Abdômen: aderidos aos ossos fortemente e de elasticidade marcante;

Odor, sabor e cor: característicos da espécie que se trata;

Não devem estar amolecidos ou com líquidos, isso indica que passaram por um processo de descongelamento.

Ovos de Páscoa

No caso dos chocolates, eles devem ser mantidos em local fresco e arejado. Ao verificar embalagens danificadas, rasgadas, amassadas ou quebradas, o consumidor deve descartar o produto.

No rótulo, é obrigatório conter a marca, dados do fabricante, endereço, lista de ingredientes, data de fabricação e de validade e o número do lote. A mesma orientação é válida para os produtos artesanais, que devem estar legalizados pela vigilância sanitária. Produtos sem procedência devem ser evitados.

Assessoria de Comunicação do CRMV/PB